Mais de três séculos separam os primeiros tradutores da Bíblia na Índia do curso que este projeto ajuda a levar a pastores hoje. Conhecer essa história é entender de onde viemos — e por que a tradução ainda importa.
William Carey desembarca em Bengala e inicia o que se tornaria a maior obra de tradução bíblica já feita por uma única missão.
Henry Martyn começa a traduzir as Escrituras para urdu, persa e hindustani, trabalho que o consome em poucos anos de vida.
Um jovem sadhu sique passa a pregar Cristo vestindo o hábito tradicional indiano, rejeitando o cristianismo "ocidentalizado".
O Curso Interdenominacional de Teologia começa a ser traduzido para hindi, bengali e odia — a próxima página dessa história.

Sapateiro inglês que se tornou o "pai das missões modernas" — traduziu as Escrituras para mais de 40 línguas indianas.

Reformista social e erudita em sânscrito, traduziu a Bíblia para o marata e fundou um refúgio para viúvas e órfãs.

Traduziu o Novo Testamento para urdu, persa e hindustani antes de morrer aos 31 anos, exausto pelo trabalho.

Missionária irlandesa que dedicou 55 anos ao resgate de crianças em risco no sul da Índia, sem nunca voltar ao seu país.

Conhecido como "Praying Hyde", ficou marcado por uma vida de intercessão intensa pelos pastores e pelo povo indiano.

Convertido do siquismo, pregou Cristo vestindo o hábito de sadhu indiano — uma fé encarnada na própria cultura do país.
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