Igreja na Índia

Cristãos rohingya, sem pátria e sem abrigo, enfrentam despejos na Índia.

Menos de 1% dos rohingya são cristãos. Na Índia, cerca de 150 deles vivem à margem da lei, da escola e do trabalho.

Ilustração: assentamento improvisado de abrigos de lona e bambu ao entardecer
Índia

A International Christian Concern (ICC) publicou, em 28 de setembro de 2026, um retrato dos cristãos rohingya, uma minoria dentro de uma minoria perseguida. São cerca de 1.500 no mundo, menos de 1% do povo rohingya, e por volta de 150 vivem na Índia.

O que eles enfrentam

  • Sem cidadania em nenhum país. Mesmo com cartão de refugiado da ONU, têm pouca proteção legal.
  • Rejeição dupla: são vistos como apóstatas pela própria comunidade e como estrangeiros pelos vizinhos.
  • Emprego e escola negados, e vida em assentamentos precários.
  • Despejos: em setembro de 2026, centenas de famílias rohingya receberam avisos de despejo em Jammu. Em maio de 2025, 40 pessoas foram deportadas, 15 delas cristãs.

Um refugiado cristão ouvido pela ICC resumiu: "Nenhum de nós está seguro." Ele espera que alguma organização cristã ou humanitária consiga um lugar seguro para viver.

Por que importa

São poucos, e por isso quase ninguém fala por eles. Lembrar deles é obedecer ao chamado bíblico de cuidar do estrangeiro e do irmão na fé que sofre.

Ore pelos cristãos rohingya na Índia, para que encontrem abrigo, sustento e comunhão; e por quem os acolhe, para que a igreja indiana e as organizações cristãs os amparem com coragem.

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